WeWorld

Operamosno Camboja

A HISTÓRIA DE SAYNI

 

“Sayni tem 33 anos, dois filhos e vive em Phnom Penh. É órfã de mãe e passou a infância com um pai violento e alcoólatra. O marido é um homem humilde, mas, na cidade grande, começou a beber e se tornou violento. O dinheiro não é suficiente, e Sayni, muitas vezes, pensa que não vai conseguir.

Conheço Sayni, fez um curso para se tornar costureira. As coisas começaram a mudar: ela, agora, trabalha em uma cooperativa e já conseguiu comprar uma máquina de costura, com a qual faz pequenos trabalhos, em seu próprio negócio.

Sayni, conosco, aprendeu não só a costurar, mas compreendeu que a violência e os abusos não são e nem deveriam ser algo normal.”

Alberto, Operador WeWorld no Camboja.

 

A situação no Camboja

O Camboja é um dos países mais pobres do mundo. 90% dos quase 14 milhões de habitantes estão empregados na agricultura e sobrevivem graças a uma única colheita por ano. Em 2005, o Banco Mundial estimou que 40% da população vivia com menos de 1 dólar por dia. A crise alimentícia de 2008 e a crise econômica de 2009 pioraram posteriormente as condições de vida da população, favorecendo o crescimento urbano e a concentração das pessoas nas periferias das grandes cidades, em particular Phnom Penh. As famílias que vêm do campo não têm as competências para encontrar um trabalho e acabam indo viver amontoados em barracos com péssimas condições de higiene, sem renda segura e com pouquíssimos recursos para mandar os filhos para a escola. O sistema educativo e o sanitário não conseguem atender as exigências do país: em particular, na província de Mondolkiri, onde 61% das crianças entre 6 e 14 anos frequentam a escola, a taxa de mortalidade das crianças abaixo de cinco anos é de 1 morto para cada 6 nascidos vivos, e apenas 28% das mulheres têm acesso a cuidados médicos durante a gravidez e o parto. A pobreza, a difusão da corrupção e a frágil aplicação das leis tornam as mulheres e as crianças vulneráveis ao tráfico de seres humanos e à exploração. Embora exista um plano nacional para proteger, prevenir e salvar as crianças de todas as formas de vulnerabilidade, o plano não é aplicado devido à falta de interesse dos funcionários locais, à corrupção difusa e à alta taxa de impunidade existente.

 

Como intervimos

No Camboja, estamos ativos em muitas frentes: escola; educação alimentar; reabilitação de crianças vítimas de trabalho escravo; e luta contra a exploração sexual. O coração dos nossos projetos é a escola. Através de atividades de sensibilização e inclusão, trabalhamos para combater a evasão escolar e damos a crianças e a professores as ferramentas necessárias para poder refletir sobre a importância das temáticas que afligem o país, fornecendo meios concretos para a solução delas. No Camboja, estamos presente em 100 escolas e creches, com o escopo de facilitar o acesso à educação, melhorar a qualidade da educação e diminuir a evasão escolar. As nossas intervenções procuram criar um ambiente adequado à criança, capaz de estimular o seu crescimento, longe de perigos. Por isso, damos aos professores as ferramentas e a formação necessárias para que eles possam fazer as crianças crescerem serenas, melhoramos as infraestruturas e o acesso aos serviços higiênico-sanitários. O nosso objetivo é a proteção da infância e a defesa dos direitos das crianças. Seja na escola, seja nas comunidades, trabalhamos para que as crianças possam exprimir-se e ser ouvidas.

Como e ondeoperamos

Itália

Descubra
a história de Francesca

Itália

Brasil

Descubra
a história de Gabriela

Brasil

Benin

Descubra
a história de Yves

Benin

Tanzânia

Descubra
a história de Ahmed

Tanzânia

Quênia

Descubra
a história de Marie

Quênia

India

Descubra
a história de Sejal

India

Camboja

Descubra
a história de Sayni

Camboja

Nepal

Descubra
a história de Bijay

Nepal
clique nos países para descobrir nossas histórias